Como virei escrava da minha empregada – O presente
Hoje vou continuar o que contei no outro conto Como virei escrava da minha emprega – O Início.
Depois daquela dia que virei professora do garoto, passou 1 mês e ele veio uma ou 2x na semana para ter “aulas” comigo, lá na terceira vez o garoto já tinha aprendido e me comia bem, já estava até ficando gostoso dar pra ele. Eu já não me importava de ficar pelada pelo apartamento, de ter o garoto ali pra me comer, única coisa que me incomodou neste mês foi quando ela me fez mandar uma foto da minha bucetinha pros meus contatinhos de sexo virtual, mas eu já estava aceitando que era escrava da minha empregada.
Como eu já tinha dito, eu só tinha mandado uma foto da minha bucetinha pra eles, e foi algo bem discreto, tipo playboy, eu sentada e o racho da minha bucetinha depilada aparecendo na foto, quando ela ficou sabendo disto não acreditou que os homens estavam batendo punheta pra uma foto assim.
Então, em um dia de manhã, quando eu acabei de gozar com um deles na cama, ela entrou no quarto de repente e mandou eu abrir as pernas que ela ia tirar uma foto, eu não questionei, já estava submissa e acostumada com ela tirando fotos e tocando meu corpo, e abri as pernas, ela tirou a foto com um close da minha bucetinha toda lambuzada ainda, ela abriu um pouco com a mão, pra expor os lábios e ver meu clitóris, quando ela me mandou a foto e falou que era pra eu mandar pros meus amantes virtuais.
– Não, isto não, por favor. Não envolve eles nisto.
– Coitado deles Dona Elaine, estão batendo punheta e nem viram esta sua boceta gostosa e toda lambuzada por causa deles. Vai manda logo!
– Não, por favor. Já falei disto com eles, que não iria mandar fotos pelada, iríamos nos imaginar.
– Não, é bom ver um pouco, ainda mais que a Sra. é tão gostosa, se você não mandar eu mando.
– Tá bom, tá bom, eu mando.
Peguei o celular e mandei a foto pra eles, ela conferiu se eu tinha mandado mesmo. Os três ficaram surpresos, mas elogiaram minha bucetinha, fizeram comentários.
Passado alguns dias de calmaria, quando chego na cozinha ela me pergunta.
– Tem compromisso pra hoje a noite?
Fiquei surpresa com a pergunta e depois amedrontada, o que ela estaria aprontado.
– Não, não tenho, por que?
– Então não marca nada, hoje é aniversário do meu filho mais velho, fará 16 anos e vou dar uma festinha pra ele, gostaria que a Sra. fosse comigo.
Fiquei sem saber se aquilo era bom ou não, imaginando o que ela poderia aprontar comigo, mas ela não faria algo fora aqui da casa, no máximo iria querer que eu desse pro filho dela, como presente de aniversário, eu já tinha dado pro mais novo, era questão de tempo o mais velho me comer também.
– O que você pretende fazer comigo?
– Que isto Dona Elaine, só quero te levar pra uma festa e a Sra. já deve saber qual será o presente de aniversário que vou dar pra ele.
Realmente, o que eu imaginava, iria ser dada de presente pro filho dela, mas nada me preparou pro que seria esta noite.
Quando foi anoitecendo, ela começou a se arrumar, eu também fui tomar banho e me arrumar, mas quando eu sai do banheiro ela já estava no quarto me esperando.
– Toma, coloca isto vai ficar demais.
E me entregou algo vermelho, quando peguei vi que era uma fita, duas longas fitas vermelhas.
– O que é isto?
– Ué, vou te embrulhar pra presente, lembra? A Sra. será o presente do meu filho.

Eu olhei aquilo e entendi, era daquelas grandes fitas vermelhas que colocam em carros pra fazer promoção e tal, ela falou pra eu colocar uma em cima, nos seios que só cobria o biquinho dos meus seios. A outra, ela me ajudou a colocar por baixo, pela minha bucetinha, subindo pelas minhas costas e minha barriga, encontrando com a outra que estava nos meus seios, então ela prendeu as duas um alfinete. Pegou um laço e colocou entre os meus seios.
– Pronto, a Sra. está perfeita.
Eu olhei no espelho e estava só com aquela fita, que cobria o bico dos meus seios mas deixava o resto do volume a mostra, passava pelo meu rego e subia pelas minhas costas, na frente minha bucetinha estava toda a mostra, a fita já tinha passado pelo meio dela, a minha bucetinha estava ‘mordendo’ a fita.
– Vou pegar uma roupa pra colocar por cima.
– Não, pega aquele blusão que a Sra. tem, só ele já basta.
– O quê? Eu vou assim?
Ela só balançou a cabeça concordando e foi saindo do quarto, ela se referia a uma blusa grande que eu tinha, era jaqueta grande, que ia até o meio das minhas coxas. Eu pensei em pegar alguma outra peça, mas resolvi não arriscar com ela e coloquei a blusa, então saímos, eu peguei o carro e fomos para a casa dela. Já imaginando que chegaríamos antes da festa, ela me colocaria em um quarto e o filho dela chegaria e teria uma surpresa, com uma loira pelada e enrolada apenas em uma fita vermelha, me comeria e eu iria embora.
Quanto chegamos em frente a casa dela, eu nunca tinha ido lá, era uma casa simples na periferia, portão fechado na garagem, ela mandou eu encostar o carro na frente, vi que tinha movimento lá dentro “meu Deus, como vou entrar assim na festa?”.
– Olha só, eu vou entrar e colocar o pessoal pra dentro, pra sala, só tem uns amigos dele. Depois eu volto e peço pra Sra. entrar, quando entrar, já tira esta blusa aqui na garagem, que aí vou te levar pra sala pro meu filho.
– Espera!! E os amigos dele? Você vai me levar assim na frente de todo mundo?
– Ah, os amigos dele vai depender dele. A Sra. é presente dele, então hoje ele faz o que ele quiser, se ele quiser te dividir com os amigos, é o presente dele.
– Ai meu Deus, é brincadeira né?! Não vai fazer eu dar pra todos eles? Quantos meninos tem ali?
– Não sei, talvez uns 10, com meu filho. O Cadu está na casa de um amigo, hoje a festa é só pro Eduardo.
– Por favor, não faz isto! Eu dou pro seu filho, faço o que ele quiser, mas não faz isto, por favor!
– Relaxa, a Sra. vai gostar e eles também. Talvez seja a única chance que eles terão de comer uma madame como a Sra.
Então ela saiu do carro e entrou, eu pensei muito em ligar o carro e sair dali, mas as consequências seriam piores, eu tinha de ficar e me submeter àquilo, já estava me conformando que virei escrava da minha empregada.
Logo ela voltou e mandou eu entrar, procurei fechar a jaqueta ao máximo pra ninguém na rua me ver daquele jeito, entrei na garagem, tirei a jaqueta e fui pra porta da sala, como ela mandou. Ela entrou na sala e falou:
– Filhão, hoje é seu aniversário e a mamãe trouxe um presente super especial.
Então eu entrei pela porta e vi, tinham 11 garotos, todos adolescentes que me olharam e, primeiro assustaram, depois fizeram uma cara de animado como se vissem o melhor presente do mundo, também estavam olhando pra uma mulher completamente pelada, apenas com uma fita passando pela bucetinha e cobrindo o biquinho dos seios e já pensando em tudo que poderiam fazer com ela, comigo.
Começaram vários comentários entre eles, eu só estava ali parada, olhando tudo aquilo e imaginando o que fariam comigo. Eduardo veio em minha direção, passou a mão pelo corpo, puxou a fita e a tirou, fiquei completamente pelada, ele apalpou meus seios, passou a mão pela minha bucetinha.
– Sério mãe? Ela é meu presente? Uma madame destas, pra eu fazer o que quiser?
Aquele comentário me arrepiou.
– Sim filho, esta noite ela é sua, mas só por esta noite, pode fazer o que quiser, eu vou lá pra dentro fazer minhas coisas, podem se divertir aí na sala, se quiser dividir com seus amigos.
Esta resposta dela me deu um frio na barriga.
Ele deu um tapa na minha bundinha.
– Hoje vamos nos divertir, a Sra. vai gostar também.
Eu não tinha o que falar, só a certeza de que esta noite eu levaria tanto pinto como nunca levei na vida. Os amigos dele logo se juntaram a ele, passando as mãos em meu corpo, apalpando meus peitos, dedos entravam e saiam da minha bucetinha, do meu cuzinho, eu até tentei proteger o cuzinho, pedia pra não enfiar ali, mas ninguém nem me ouvia. Logo comecei a ver alguns pintos pra fora, eles já estavam tirando a roupa, vi um bem grande, destoava dos demais, alguns mais grossos, mas todos na média, apenas aquele que me deixou com medo.
– Vai Eduardo, você primeiro, o presente é seu. Falou um dos amigos dele.
– Vem, fica de quatro aqui pra mim, fica.
Ele foi me puxando e me colocou de quatro, minha bundinha arrebitada, minha bucetinha aberta pra ele.
– Por favor, no meu cuzinho não. Implorei pra ele.
– Tudo bem, vou colocar nesta buceta gostosa. Ele falou no meu ouvido, e senti a cabeça do pau dele encostando na minha bucetinha. Ele foi penetrando, a cabeça passou, foi empurrando até que estava tudo dentro de mim, era de tamanho normal. Ele começou a bombar e os amigos dele foram a loucura, gritando coisas, dando tapas na minha bunda.

– Ei, vai alguém ali pra ela chupar. Falou Eduardo.
E de repente alguém já se colocou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, eu comecei a chupar enquanto ele bombava na minha bocetinha. Ficou bombando por uns minutos, quando ele acelerou mais as bombadas “aí meu Deus, ele vai gozar em mim”, já pensei em todos aqueles garotos esporrando em mim e logo senti o jato de porra dentro lá dentro da minha bucetinha, o pau dele pulsava, ele me puxava pra perto dele e uivava e logo senti o líquido escorrendo dentro de mim, escorrendo pela minha bucetinha. Ele deu um tapa na minha bunda, tirou o pau, senti a porra dele escorrer pela minha bucetinha.
– Próximo!
“Ai meu Deus, isto não pode estar acontecendo.. estou de quatro pra um bando de moleques, minha bucetinha escorrendo porra e ele ainda fala ‘próximo’, pro próximo vir e meter o pau em mim, como se fosse uma fila, um caixa de mercado que chama o próximo e mete o pau”. Neste momento senti uma cabeça roçando na minha bucetinha e logo estava tudo dentro de mim, mais uma sequência de bombadas, veio outro moleque com o pau na minha boca.
– Vamos segurar o gozo, senão nem aproveitamos ela. Alguém comentou.
Então o moleque que estava me comendo, bombou um pouco mais e tirou de dentro de mim.
– Vem o próximo, quero gozar na boquinha dela.
“aíí, não pode ser, isto só vai piorando”.. Mas ele não quis colocar na minha boca agora, ainda iria aproveitar mais.
Então veio outro pau em mim, bombou, bombou e saiu pra entrada de outro, ele enfiou e me tirou um gemido, eu percebi que o pau dele parecia não terminar, batia no fundo da minha bucetinha, era aquele moleque bem dotado, eu sentia a cabeça dele batendo lá no fundo, cutucando minha bucetinha, ele bombava e eu gemia. Até que ele saiu e veio o próximo, mas ele veio e passou algo na minha bunda “meu Deus, estão lubrificando meu cuzinho”.
– Não, por favor, meu cuzinho não!
– Relaxa Dona, pelo que estamos vendo, este cuzinho aqui já aguentou pau.
– Por favor, não. Come minha bucetinha, por favor.
– Relaxa, deixa o cuzinho relaxado, estamos passando margarina aqui pra facilitar, a Sra. nem vai sentir.
– Não.. por favor, vocês são muitos!
Mas não adiantou, logo alguém colocou o pau na minha boca e me calou, eu sentia os dedos no meu cuzinho, vários dedos entrando e saindo, lubricando meu cuzinho com manteiga.. aquilo era humilhante. De repente, sinto algo diferente, era a cabeça de um pau forçando meu cuzinho “aí meu Deus, não vou aguentar 10 moleques comendo meu cuzinho”.. e a cabeça entrou.
– Aííí..
Ele continuou empurrando devagar, mas logo estava todo dentro de mim, meu cuzinho ardeu um pouco, fazia tempo que eu não dava o cuzinho e a manteiga também ajudou a arder, ele começou a bombar, logo estava a vontade, bombando forte. Sentia minhas pregas rasgando, a cada bombada dele, o pau penetrava e minhas pregas se abriam, ele não resistiu e logo senti o jato de porra quente dentro do meu reto, o pau dele inchava e pulsava dentro de mim, quando ele tirou, senti escorrer do meu cuzinho e os comentários.
– Olha o cu dela chorando porra. E todos gargalhavam.
Logo veio outro, depois outro, eles alternavam dentro de mim, colocando no meu cuzinho, as vezes na bucetinha, escolhiam o buraco e enfiavam. Ficaram se revezando assim por um tempo, iam gozando dentro de mim, no meu cuzinho, minha bucetinha e outros dois tinham gozado na minha boca e me feito engolir. Eu estava inundada, escorria porra pelas minhas coxas, que estavam saindo de meus buracos. Parecia que todos já tinham gozado, estavam diminuindo as penetrações, até que o último gozou no meu cuzinho e ninguém assumiu a posição atrás de mim.
– Vem, vamos lavar esta bucetinha, você está muito lambuzada.

Então Eduardo me levantou e me levou ao banheiro, minhas pernas estavam moles, meu cuzinho e minha bucetinha ardiam enquanto eu andava, ele me ajudou até o banheiro. Com ele ali comigo, eu lavei minha bucetinha, lavou meu cuzinho. Eu achei que ele se preocupava comigo, querendo me lavar depois de tudo aquilo que fizeram, pra eu não ir embora toda lambuzada de porra, mas logo descobri que não. Ele me deu uma toalha pra me enxugar, voltamos pra sala, todos já estavam comendo salgadinhos e bebendo refrigerantes, eles me deram também e eu comi, estava exausta de tudo aquilo. Eles faziam comentários, me elogiavam, faziam comentários sobre minha bucetinha, meu cuzinho, de como eles faziam, comparavam com vídeos porno que eles assistiam, e eu ali, ouvindo tudo aquilo, exposta pra eles.
Quando eu já ia falar de ir embora, Eduardo me puxou e pediu pra eu sentar no pau dele, aí notei que ele e os outros garotos já estavam duros de novo “aí não, vai começar tudo de novo”.
– Por favor Eduardo, não vou aguentar tudo isto de novo.
– Relaxa, agora vai ser mais rápido, acho que não aguentamos muito também não. E deu risada.
Eu não tinha escolha, ia sentando de costas pra ele, achei que ele queria que os outros meninos vissem minha bucetinha, mas ele pediu pra virar de frente, eu obedeci. Minha bucetinha ardia, mas desceu e engoliu todo o pau dele, comecei a quicar, indo e vindo, queria fazer ele gozar logo pra acabar com aquilo. Ele me puxou pra junto dele, me fez deitar em cima dele.
– Vem!
Quando eu senti outro moleque se posicionando atrás de mim, tentei me virar pra ver, levantar meu corpo, mas eles me seguraram.
– Ei, o que vocês vão fazer, espera!
– Quietinha Dona, vi isto num filme, a Sra. vai adorar.
– Por favor, não!
– Fica quietinha, fica. E senti a cabeça do pau passando pelo meu cuzinho, eles iriam fazer dupla penetração em mim.
Eu tentei me mexer, mas eles seguraram e falaram pra eu ser obediente, então lembrei que eu tinha que me submeter e fiquei quieta, logo senti o pau entrando no meu cuzinho, que já estava bem castigado, minhas pregas relaxaram fácil, mas doía, sentia o pau dele passando, minhas pregas estavam esfoladas e sentia como ardia, logo estavam os dois pintos dentro de mim, parecia que estavam me rasgando ao meio, um dentro de minha bucetinha e outro no meu cuzinho, me sentia preenchida, era um sanduiche comigo. Eles foram bombando, o Eduardo não conseguia bombar muito na minha bucetinha, mas o de cima bombava forte no meu cuzinho, logo os dois gozaram, senti o líquido quente escorrer no meu reto e na minha bucetinha. Logo vieram outros dois, mas eles me colocaram de lado.
– Acho que assim fica melhor, o de baixo quase não consegue fazer nada.

Os meninos concordaram e me colocaram de lado, eu nem tinha o que falar, estava submissa, eles me viraram levaram uma das minhas pernas pra ficar aberta e eu só aceitava, logo estavam os dois paus dentro de mim de novo, agora doía mais o meu cuzinho, aquela posição deixava ele mais fechado, mas eles não ligavam. Eu sentia meu cuzinho esfolando a cada bombada, e assim todos me comeram naquela posição, eram dois pintos por vez, até que todos gozaram e caíram exaustos. Eles estavam jogados no sofá ou pelo chão, faziam comentários de como eu era gostosa, do que poderiam fazer mais comigo, eu estava deitada no chão, me recuperando daquele revezamento maluco, 11 homens, 1 pintos se revezando em mim, mais de 1x. Um deles me levantou, me puxou pra frente deles e abriu minha bucetinha, queria mostrar pros outros e fez um comentário sobre algum vídeo que eles viram, todos riram e eu fiquei ali, com a bucetinha aberta sendo diversão pra eles.
Quando Dona Lurdes aparece na sala, olha a situação.
– Hum, pelo visto já cansaram hein.
Eles concordaram, fizeram vários comentários, agradeceram à ela por “esta gostosa”, “esta madame gostosa”, “esta cadela”, eu só ouvia e aceitava aquilo.
– Eu vi como vocês estavam se divertindo.
Então ela me chamou pra cozinha, eu fui meio tropeçando, tudo doía quando eu andava, meu cuzinho devia estar estourado, doía de eu andar, minha bucetinha estava ardendo.
– Eu vi que a Sra. deve ter se divertido também hein, todos estes garotos te achando gostosa.
Eu não respondi, não queria prolongar aquela situação.
– Vi que eles meteram em dois, até cheguei lá pra ver os dois paus dentro da Sra, olha aqui como foi.
Ela me mostrou uma foto, era da dupla penetração do filho dele e o outro garoto, os dois paus dentro de mim, era nítido o meu cuzinho todo preenchido, minha bucetinha aberta com o pau lá dentro dela, eu estava vendo aquilo que eu tinha sentido.
Ela me mostrou mais algumas fotos, deu minha jaqueta e falou que eu poderia ir. Eu vesti a jaqueta e fui saindo, evitava passos longos, tudo doía, minha bucetinha repuxava da porra que secou nela, nas minhas coxas, nem consegui tomar banho. Sentei no carro.. “aííí”, meu cuzinho doeu pra sentar. Mas eu liguei o carro e saí dali, só queria ir pra casa, me lavar, deitar e me recuperar de tudo aquilo.
Aquilo parecia loucura, tudo isto porque eu me descuidei e minha empregada me viu masturbando, só por isto, por causa de uma siririca inocente, eu virei escrava da minha empregada, e ainda tem mais coisas que conto nos próximos contos.
Leia o primeiro conto:
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